Computador é uma máquina capaz de processar, calcular uma grande quantidade de informações ou dados. Essa é uma definição simples e rápida sobre computadores. Entretanto, este post é sobre o Dia da Informática.
Porque o Dia 15 de Agosto é Dia da Informática
O dia 15 de agosto foi escolhido para celebrar o dia da informática, por trata-se de uma homenagem ao ENIAC, surgido em 1946, Acrónimo de Computador e Integrador Numérico Eletrônico, o ENIAC foi desenvolvido por cientistas para fins militares e ser usado na Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), ou seja, no dia 15 de agosto de 1946 surgiu essa maquina que foi usada para cálculos balísticos. Ele era do tamanho de uma casa popular da caixa.
Mas o que é um computador mesmo?
Hoje computador é muita coisa em um só, existe uma diversidade enorme de dispositivos que podem ser considerados computadores.
Em termos não técnico, é tudo aquilo que permite acessar a Internet, jogar ou usar aplicativos, por exemplo, um celular/Smartphone ou tablet pode ser considerado de certa forma um dispositivo computacional.
Contudo, dispositivos como celulares não substituem os computadores: Desktop e Notebooks, pois esses tem uma tecnologia bem mais ampla comparado a dispositivos mobile.

Uma historinha…
O Grande Roubo do “Computador”
Joãozinho e Juninho passaram o bimestre inteiro a ignorar as aulas, convictos de que a inteligência deles superava qualquer livro ou apostila. No entanto, na véspera da prova final de informática, o pânico bateu: se reprovassem, ficariam sem as férias. Foi quando Joãozinho teve o que chamou de “ideia de genial”: em vez de perderem horas em claro estudando, iriam simplesmente apagar o problema na raiz. O plano era simples: invadir a escola à noite e roubar o computador do professor, onde a prova estava guardada.
Perto da meia-noite, saltaram os portões das traseiras da escola. Com os corações a bater de forma acelerada, arrombaram a janela da sala de informática. No escuro, guiados apenas pela luz dos celulares, Joãozinho apontou triunfante para a mesa do docente:
— Ali está ele! Pega nas cablagens, eu levo a máquina!
Juninho desligou os fios à pressa e agarrou no pesado aparelho retangular que exibia a marca do fabricante na parte frontal. Abraçou o objeto como se fosse um tesouro e os dois fugiram dali correndo pelas ruas desertas, certos de que tinham garantido a nota máxima sem abrir um único caderno.
Na manhã seguinte, os dois amigos entraram na sala de aula de cabeça erguida, trocando sorrisos cúmplices. A tranquilidade acabou quando o professor entrou na sala com um calhamaço de folhas impressas nas mãos e começou a distribuí-las.
Joãozinho, em choque, levantou o braço e perguntou, a tentar disfarçar o nervosismo:
— Professor… a prova não ia ser feita no computador? Houve algum problema com o sistema?
O professor soltou um suspiro de frustração e respondeu para a turma:
— Infelizmente sim, rapazes. Algum vândalo entrou aqui ontem à noite e roubou o monitor da minha mesa. Mas, felizmente, a CPU — onde o teste de fato estava digitado e guardado — ficou intacta no chão, além disso, eu tinha uma cópia de segurança na Nuvem. Podem começar a responder, boa sorte.
Juninho olhou para Joãozinho com os olhos arregalados. Só naquele momento, ao olhar para o teste em branco cheio de perguntas sobre “Hardware, componentes e Internet”, é que perceberam o tamanho da sua ignorância: tinham arriscado a liberdade para roubar um monitor de computador que servia apenas como tela.





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